Individual

LUIZ JACAUNA VASCONCELOS


Funções

Descrição curta

Compositor e poeta (desde 1963), cantor, locutor, animador e apresentador.
Músicas gravadas: Mais um ovo (LP Homenagem a Bodocó, Zenilton, 1974) e Bela Cruz (LP É Isto Aí, Walmir da Sanfona, 1975).

Descrição

Radialista na rádio local (amplificadora) com os programas “A Voz de Bela Cruz”, depois no “A Voz do Comércio”, animador de comícios, narrador esportivo, chamador de bingo, era muito solicitado. Aos 10 anos de idade começou a fazer paródias para campanhas políticas, como

“Corrupião, sai de mim Corrupião
Que a Gameleira vai ganhar na eleição"
(Eleição de 1970: Corrupião - candidato José Milton Oliveira
e Gameleira - candidato Benedito Edmar de Maria)

Inspirado no ator e cantor brasileiro, Bob Nelson (1918-2009), começou a cantar, fazendo apresentações no Instituito Imaculada Conceição - IIC e nos circos que visitavam a cidade. Em 1970, foi para São Paulo e acabou conhecendo Zenilton - cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano, o “Rei do duplo sentido” - que o apresentou a outros artistas, e chegou a gravar uma composição sua: “Mais um ovo”, no disco “Homenagem a Bodocó” (1974).
Nesse período em São Paulo, Jacaúna acompanhava Zenilton em shows e era apresentado por ele como “meu novo compositor, Jacaúna, cabra bom lá do Ceará” ainda frequentava gravadoras como a Gravadora Cantagalo, de Pedro Sertanejo (sanfoneiro, compositor, radialista e fundador do primeiro selo independente) e Topicana/CBS, dentre outras, bem como casas de forró.
A pedido de Walmir da Sanfona ele compôs, assobiando, a música Bela Cruz (instrumental de forró), gravada no LP “É Isto Aí” (1975) de Walmir, pela Tropicana/CBS.
Em ritmos de forró e brega, seu processo de composição é natural, às vezes vem uns versos e ele guarda, depois vem uma frase diferente e é colada a esses versos e a uma melodia feita separadamente, em outros momentos vem letra e melodia de uma vez.
Certa vez, um programa de uma rádio FM da Vila Mariana/SP, fez um sorteio de versos sobre “Cafezão” (fábrica nova de Café que estava surgindo), ele resolveu participar enviando uma carta, mas acabou mudando de bairro. Três meses depois, ao visitar amigos do antigo bairro soube que tinha ganhado o prêmio com os versos

“No Norte faz a buxada
Em São Paulo o macarrão
Em Minas fabrica o queijo
Pra comer com Cafezão.”

No ano de 1985, volta para Bela Cruz com a família, mas só em 1988 que começa a se envolver nas campanhas políticas como animador de showmícios nos trio elétricos. Posteriormente, passou a fazer paródias para os candidatos sendo procurado por vários políticos da região, como também propagandas, serenatas serestas, locução esportiva e bingos em parceria com Neusimar.
Mesmo com idade avançada, continua a compor sobre temas regionais e coisas do seu cotidiano, e a sonhar com suas músicas sendo gravadas por outros artistas.

Dentre suas composições:
“Mais um ovo” (parceria com Zenilton);
“Bela Cruz” (instrumental em parceria com Walmir da Sanfona)
“Rei do Baião” (homenagem para o Luís Gonzaga);
“Eu gosto de você”;
“Ripa na chulipa”;
“Sai de mim”;
“Vaqueiro Alegre”;
“Mãe, rainha” (homenagem às mães);
“Machinha de Bela Cruz”;
“Jijoca de Jericoacora”;
“Hino pro Marco”;
“Vote Cachimbão” (para campanha política);
e diversos jingles-paródias.

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