O espetáculo é inspirado no universo de Lisbela e o Prisioneiro, obra de Osman Lins reinterpretada para o cinema por Guel Arraes. A montagem propõe uma leitura autoral que une teatro, dança e linguagem cinematográfica para narrar uma história marcada pelo amor, pelo destino e pela transformação. Partindo da simbologia da borboleta como representação da metamorfose, o espetáculo transforma o palco em um espaço onde os personagens se reinventam diante dos olhos do público. No centro da narrativa estão Lisbela, uma jovem sonhadora apaixonada pelo cinema, e Leléu, um homem livre e conquistador que vê sua vida mudar ao encontrar um amor verdadeiro.