Inspirada pela exposição Encantarias da Liberdade Indígena do Ceará, esta oficina convida o público a mergulhar nas águas da memória e da ancestralidade por meio da isogravura. Utilizando a técnica de gravura em matrizes de poliestireno (isopor), os participantes darão vida a peixes que transcendem o biológico, tornando-se símbolos de resistência, fartura e espiritualidade. A atividade é um exercício de escuta e criação, no qual o risco no material reflete o respeito aos saberes dos mais velhos e as marcas deixadas pelo tempo na história dos povos indígenas do nosso estado.